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IMPOTENCIA GUIA 2017: DISFUNÇÃO ERECTIL 20 RESPOSTAS ESSENCIAIS




Impotência ou disfunção eréctil guia 2017: Segundo a Sociedade Portuguesa de Andrologia é um problema que afecta milhares de homens impedindo-os de ter uma vida intíma saudável e por consequência afectando de forma grave as suas relações amorosas. Trata-se de uma condição de saúde, na maior parte das vezes, escondida por vergonha e não tratada convenientemente.

Este artigo pretende ser um contributo valioso para melhorar a vida de muitos homens e suas companheiras colocando novamente no caminho de uma vida amorosa saudável.

Neste artigo vou responder ás seguintes questões:

  • O que é a impotência ou disfunção eréctil?
  • Quais os sinais e sintomas?
  • Quais as causas físicas e psicológicas?
  • Quais os factores de risco?
  • Como se faz o diagnóstico?
  • Quais os tratamentos mais eficazes?
  • Quais as marcas disponiveis?
  • Como actuam os medicamentos?
  • Como se pode prevenir?
  • A impotência também afecta jovens?
  • O que é o Sildenafil?
  • Como actua o sildenafil?
  • Quem não pode tomar o sildenafil?
  • Quem deve ter cuidados especiais com o sildenafil?
  • Qual a influência dos alimentos e bebidas com o sildenafil?
  • O sildenafil afecta a condução?
  • Quais os efeitos secundários?
  • Como tomar?
  • Quais as dosagens disponiveis?
  • Quais os preços do sildenafil?

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O que é a disfunção eréctil ?

A Disfunção Eréctil (DE) ou “Impotência Sexual” é a incapacidade constante ou recorrente do homem obter ou manter uma erecção permitindo a actividade sexual durante pelo menos 3 meses. Pode atingir os homens de qualquer idade, tornando-se mais frequente em com o avançar da idade. Apresenta uma prevalência global de cerca de 13% em Portugal (Episex-pt, 2006), e continua para muitos um assunto tabú, sendo o tema abordado com dificuldade, até com o médico de família.

A impotência ou Disfunção Eréctil (DE) é a disfunção sexual masculina mais comum. Calcula-se que em Portugal, mais de 500 mil homens sofram deste problema, porém, muito poucos procuram ajuda para encontrar uma solução e recuperar a sua vida sexual.

Apesar de afectar frequentemente homens acima dos 40 anos, não é uma condição exclusiva de homens maduros, com cada vez mais jovens a sofrer de disfunção erétil, seja devido a causas físicas ou psicológicas.

O sintoma mais frequente da disfunção erétil é a incapacidade de conseguir ou manter uma ereção suficiente para penetração. No caso de a dificuldade ser esporádica, a mesma não pode ser classificada como disfunção eréctil. Porém, se os sintomas da disfunção eréctil se tornarem recorrentes e acontecerem com bastante frequência, poderá tratar-se desta condição. Existem vários factores que podem influenciar o processo de ereção, pelo que vale a pena avaliar este problema individualmente.

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Quais os sinais e sintomas da impotência?

A incapacidade ocasional em manter uma erecção acontece à maioria dos homens e geralmente não será causa de maior preocupação. Os problemas recorrentes deverão ser avaliados.

Quais as causas?

A erecção resulta de um processo complexo envolvendo o cérebro, as hormonas, os nervos pélvicos e os vasos sanguíneos irrigando o pénis. As estruturas penianas responsáveis pelo mecanismo eréctil são os corpos cavernosos, dois compartimentos cilíndricos envolvidos numa túnica sólida (Albugínea).
Em paralelo corre o corpo esponjoso contendo a uretra. Com a excitação, o aumento do fluxo sanguíneo ao pénis assim como a diminuição da drenagem expande os corpos cavernosos.
impotência melhorsaude.org
Anatomia do pénis
Encarada anteriormente como uma patologia de causas primariamente psicológicas, a disfunção eréctil resulta com maior frequência de uma causa física, geralmente uma doença crónica sistémica, o efeito secundário de um tratamento instituido ou aínda a combinação destes factores.

As causas etiológicas mais comuns da Disfunção Eréctil são:

  • Doença coronária,
  • Ateroesclerose,
  • Diabetes,
  • Obesidade,
  • Hipertensão arterial,
  • Síndrome metabólica

Nalguns casos pode representar o primeiro sinal destas doenças.

Outros factores importantes no desenvolvimento da doença são:

  • Tabagismo,
  • Alcoolismo crónico,
  • Alguns medicamentos, nomeadamente o tratamento do cancro da próstata e da tensão arterial,
  • Doenças neurológicas tais como a doença de Parkinson,
  • Esclerose Múltipla,
  • Distúrbios hormonais (hipogonadismo),
  • Doença de Peyronie (erecção dolorosa e curvatura do pénis)
  • Traumatismos pélvicos.

Quais as causas psicológicas da impotência ou disfunção eréctil?

Representam 10 a 20 % dos casos e incluem:

  • Depressão,
  • Ansiedade,
  • Stress,
  • Cansaço,
  • Problemas relacionais com a parceira.

A sobreposição de um problema psicológico numa causa física menor inicial poderá ser a origem de uma Disfunção Eréctil grave.

 Quais os factores de risco?

  • Envelhecimento:  incidência de cerca de 80 % no grupo etário acima dos 75 anos;
  • Patologia crónicas: Diabetes Mellitus, aterosclerose, doença renal, hepática, pulmonar, nervosa, endócrina, crónicas (Diabetes Mellitus, Ateroesclerose, Hipogonadismo,…);
  • Tratamentos médicos crónicos: antihipertensores, antidepressivos, antihistamínicos, hipnóticos, tratamento médico do cancro da prostata;
  • Tratamentos cirúrgicos: por lesão dos nervos pélvicos (prostatectomia radical, cistectomia,..);
  • Traumatismos: associados ou não a fracturas da bacia;
  • Abusos sociais ou comportamentais: tabaco,alcool, marijuana ou drogas pesadas;
  • Stress, ansiedade, depressão: Causas psicológicas da disfunção eréctil;
  • Obesidade;
  • Síndrome metabolica: caracterizada por obesidade, dislipidémia, hipertensão arterial e resistência à Insulina;
  • Ciclismo: compressão prolongada dos nervos e vasos perineais responsável por DE temporária.

Como se faz o diagnóstico:

O diagnóstico da Disfunção Eréctil começa na elaboração de uma história clínica e psico-sexual detalhada. Segue-se um exame físico assim como um controle analítico e hormonal básico.
Quando justificado o estudo complementar poderá incluir:
  • Eco-doppler peniano,
  • Estudo neurológico aprofundado,
  • Provas de tumescência e rigidez penianas nocturnas,
  • Caverosometrias
  • Avernosografias,
  • Consulta psicológica.

Qual o tratamento:

Existe hoje em dia uma pléiade de opções terapêuticas, desde o aconselhamento sexual até às opções cirúrgicas, mas o tratamento adequado dependerá sempre da(s) causa(s) e da severidade da DE contrapostas às expectativas do doente.

Medicação por via oral

Estão disponíveis os seguintes fármacos:
  • Sildenafil (Viagra®). Já está disponivel o genérico do sildenafil a preço económico, em embalagens de 1, 4, 8 e 12 comprimidos.
  • Tadalafil (Cialis®)
  • Vardenafil (Levitra®)
  • Avanafil (Spedra®)

Como actuam estes medicamentos?

Sendo moléculas do mesmo grupo farmacológico (inibidores das fosfodiesterases), actuam de modo semelhante aumentando os níveis de óxido nítrico no corpo cavernoso, relaxando assim o músculo liso e favorecendo deste modo a irrigação peniana.

Não provocam automaticamente a erecção, favorecendo-a em resposta à estimulação psicológica ou física. Não obstante as suas semelhanças estes fármacos tem indicações preferenciais consoante o tipo de doente.

“Estes fármacos são contra-indicados nos doentes com angina de peito medicados com nitratos e deverão sempre ser usados com precaução em caso de doença cardíaca grave, acidente vascular cerebral, diabetes incontrolada e hipo ou hipertensão arterial. Qualquer medicação crónica concomitante deverá ser mencionada.”

Prostaglandina E (Alprostadil):

Esta hormona relaxa o músculo liso peniano, aumentando o fluxo sanguíneo. Em Portugal encontra-se apenas sob forma injectável para administração intra-cavernosa (Caverject®). Poderá ser potenciado o seu efeito com Papaverina e/ou Fentolamina. Existe aínda uma forma de administração intra-uretral (Muse®).

Reposição hormonal:

Indicada nos doentes com valores baixos de Testosterona plasmática. Existe sob a forma transdérmica (Testim®, Testogel®) e injectável (Sustenon®, Testoviron®). Este tipo de tratamento implica sempre o doseamento do PSA.

Bombas de vácuo:

Com óptima indicação nos doentes com contra-indicações específicas para o tratamento farmacológico, tem em geral moderada aceitação.

Cirurgia Vascular:

Indicada num número restrito de doentes, geralmente novos, com alterações vasculares comprovadas em estudos angiográficos.

Implantação de próteses penianas:

Cirurgia reservada aos casos onde as outras modalidades terapêuticas falharam. Trata-se de uma opção altamente invasiva e irreversível. Distinguem-se em próteses semi-rígidas e hidráulicas, feitas em silicone e poliuretano. Apresenta uma alta taxa de satisfacção, no entanto pode ocorrer infecção da prótese em 2 a 3% dos doentes e apresentar até 15% de reoperações.

Aconselhamento psicológico e terapia sexual:

Pode servir como complemento das outras terapias para a Disfunção Eréctil  ou na presença de stress, ansiedade, depressão. A falta de conhecimentos acerca da função sexual normal ou qualquer tipo de tensão relacional tornam essencial uma intervenção educativa para o doente ou o casal.
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Como prevenir a impotência ou disfunção eréctil?

  • Controlo das doenças crónicas assim como a eliminação dos factores de risco;
  • Controlo da Diabetes e risco coronário;
  • Eliminação de tabagismo;
  • Limitação de ingestão de álcool e evicção de drogas ilegais..;
  • Práctica de exercício físico regular;
  • Sono regular;
  • Controlo do stress;
  • Tratamento de estados de ansiedade e depressão;
  • Controlo médico regular;

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A impotência também afecta os jovens ?

A impotência nos jovens é um problema que afecta tanto adolescentes como homens no início da vida adulta. Apesar de pouco discutido, este problema é bastante comum, estimando-se que 15% dos homens que sofrem de impotência tenham menos de 40 anos e cerca de 5%, menos de 30 anos.

As causas de impotência nos jovens podem ser tanto físicas como psicológicas, apesar de as psicológicas serem as mais comuns. A ansiedade, o stress e o medo de falhar podem influenciar a performance sexual dos homens mais jovens, bem como a masturbação demasiado frequente e vigorosa pode ser uma das causas de impotência na juventude.

O abuso de álcool, drogas e a obesidade são também factores importantes em muitos casos de disfunção erétil. Desta forma, um estilo de vida pouco recomendável pode afectar grandemente a capacidade erétil dos homens mais jovens.

Afinal o que é o Sildenafil ?

O Sildenafil  é um tratamento para os homens com disfunção eréctil, mais vulgarmente conhecida por impotência. Isto é, quando um homem não consegue obter, ou manter, uma rigidez do pénis em erecção, adequada à actividade sexual.

Formula quimica do Viagra ou Sildenafil
Formula quimica do Sildenafil

No entanto o Sildenafil demonstrou ter “poderes extraordinários” porque mesmo em homens que habitualmente não têm disfunção erectil e, por exemplo, têm um dia mais cansativo pode reforçar a erecção, desde que estimulados sexualmente.

Como actua o Sildenafil ?

O Sildenafil pertence a um grupo de medicamentos designado por inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). Este medicamento actua por relaxamento dos vasos sanguíneos do pénis, permitindo o afluxo de sangue para o pénis, quando sexualmente estimulado.

Estrutura quimica da molécula do Viagra ou Sildenafil em 3D
Estrutura quimica da molécula do  Sildenafil em 3D

 Quem não pode tomar sildenafil ?

  • Se está a tomar medicamentos que contenham nitratos, pois a combinação poderá causar uma diminuição potencialmente perigosa da sua pressão arterial. Informe o seu médico se está a tomar algum destes medicamentos, que são normalmente utilizados para o alívio da angina de peito (ou “dor no peito”). Se tem dúvidas, informe-se junto do seu médico ou farmacêutico.
  • Se está a utilizar algum dos medicamentos conhecidos como dadores de óxido nítrico, tal como o nitrito de amilo (“poppers“), pois a combinação poderá levar a uma diminuição potencialmente perigosa na sua pressão arterial.
  • Se tem alergia (hipersensibilidade) ao sildenafil ou a qualquer outro componente do Sildenafil.
  • Se tem problemas cardíacos ou hepáticos graves.
  • Se teve um acidente vascular cerebral ou um enfarte do miocárdio recentemente, ou se tem pressão arterial baixa.
  • Se tem determinadas doenças oculares hereditárias (tal como, retinite pigmentosa).
  • Se alguma vez teve perda de visão devido a neuropatia óptica isquémica anterior não arterítica (NAION).

Quem deve ter um cuidado especial a tomar sildenafil?

  • Se tem anemia falciforme (uma anomalia nos glóbulos vermelhos), leucemia (cancro das células do sangue), mieloma múltiplo (cancro da medula óssea).
  • Se tem deformação do pénis ou doença de Peyronie’s.
  • Se tem problemas cardíacos. Neste caso, o seu médico deve avaliar cuidadosamente se o seu coração suporta o esforço adicional associado a uma relação sexual.
  • Se tem actualmente uma úlcera do estômago ou um problema hemorrágico (tal como a hemofilia).
  • Se teve diminuição ou perda da visão súbita, pare de tomar Sildenafil e contacte imediatamente o seu médico.
  • Não deve utilizar Sildenafil em simultâneo com quaisquer outros tratamentos orais ou locais para a disfunção eréctil.
  • Sildenafil não deve ser administrado a indivíduos com idade inferior a 18 anos

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Os alimentos e bebidas interferem com o Sildenafil ?

O Sildenafil pode ser tomado com ou sem alimentos. No entanto, pode demorar mais tempo a actuar se o tomar com uma refeição mais pesada.

A ingestão de bebidas alcoólicas pode impedir temporariamente a capacidade de obter uma erecção. Para obter o máximo benefício do medicamento, é aconselhado a não ingerir grandes quantidades bebidas alcoólicas antes de tomar Sildenafil.

O Sildenafil afecta a condução ?

Sildenafil  pode provocar tonturas e afectar a visão. Deve estar consciente de como reage ao Sildenafil antes de conduzir ou utilizar máquinas.

Quais os efeitos secundários do Sildenafil ?

Habitualmente ligeiros a moderados e de curta duração.

Se tiver dores no peito durante ou após o acto sexual:

  • Coloque-se numa posição semi-sentada e tente relaxar.
  • Não utilize nitratos para tratar a sua dor no peito.
  • Fale com o seu médico imediatamente.

Todos os medicamentos incluindo Sildenafil poderão causar reacções alérgicas. Deve informar o seu médico imediatamente se estiver a sentir algum dos seguintes sintomas após tomar este medicamento:

  • Pieira súbita,
  • Dificuldade em respirar ou tonturas,
  • Inchaço das pálpebras, face, lábios ou garganta.

Foram comunicadas erecções prolongadas e, por vezes, dolorosas, após a utilização de Sildenafil Actavis. Se tiver uma erecção que dure continuamente mais de 4 horas, deve contactar um médico imediatamente.

Se sentir uma diminuição ou perda súbita de visão, pare de tomar este medicamento e contacte o seu médico imediatamente.

A frequência dos possíveis efeitos secundários apresentada de seguida é definida usando a seguinte convenção:

  • Muito frequentes (afectam mais de 1 utilizador em cada 10)
  • Frequentes (afectam 1 a 10 utilizadores em cada 100)
  • Pouco frequentes (afectam 1 a 10 utilizadores em cada 1.000)
  • Raros (afectam 1 a 10 utilizadores em cada 10.000)
  • Muito raros (afectam menos de 1 utilizador em cada 10.000)
  • Desconhecido (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis)

Um efeito secundário muito frequente é a dor de cabeça.

Efeitos secundários frequentes:

  • Vermelhidão facial,
  • Indigestão,
  • Efeitos sobre a visão (incluindo visão com traços coloridos, sensibilidade à luz, visão turva e acuidade visual reduzida),
  • Nariz entupido
  • Tonturas.

Efeitos secundários pouco frequentes:

  • Vómitos,
  • Erupção cutânea,
  • Hemorragia retiniana,
  • Irritação ocular,
  • Olhos vermelhos,
  • Dor ocular,
  • Visão dupla,
  • Sensação de corpo estranho no olho,
  • Batimentos cardíacos rápidos e irregulares,
  • Dor muscular,
  • Sonolência,
  • Sensação de tacto diminuída
  • Vertigem,
  • Zumbidos nos ouvidos,
  • Náuseas,
  • Boca seca,
  • Dor no peito,
  • Sensação de cansaço.

Efeitos secundários raros:

  • Pressão arterial elevada,
  • Pressão arterial baixa,
  • Desmaios,
  • Acidente vascular cerebral,
  • Hemorragia nasal,
  • Diminuição ou perda súbita da audição.

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Como tomar o Sildenafil ?

  • Apenas uma vez por dia.
  • Tomar cerca de uma hora antes da hora planeada para a actividade sexual.
  • Tome o comprimido inteiro, com um copo de água.

O período de tempo que o Sildenafil Actavis demora a actuar varia de pessoa para pessoa, mas, normalmente, esse período varia entre meia hora e uma hora. Poderá verificar que o Sildenafil demora mais tempo a actuar se for tomado com uma refeição substancial.

Quais as dosagens do Sildenafil ?

Existem 3 dosagens diponiveis

  • 25mg,
  • 50mg
  • 100mg

A dosagem habitual é de 50mg.

Qual o preço do Sildenafil ?

Habitualmente existem no mercado embalagens com 1, 4 ou 8 comprimidos por embalagem, com os seguintes preços:

  • 5,00€ aproximadamente, para embalagem de 1 comprimido
  • 12,00€ a 18,00€ aproximadamente, para embalagem de 4 comprimidos
  • 24,00€ a 34,00€ aproximadamente, para embalagem de 8 comprimidos

Para um homem sem patologias impeditivas, utilizado com moderação e bom senso o Sildenafil pode ser uma magnífica oportunidade para melhorar relações que anteriormente estariam condenadas ao fracasso…

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Concluindo

A impotência ou disfunção eréctil é um problema que afecta milhares de homens impedindo-os de ter uma vida intíma saudável e por consequência afectando de forma grave as suas relações amorosas. Trata-se de uma condição de saúde, na maior parte das vezes, escondida por vergonha e não tratada convenientemente, afectando mais do que se julga a vida de muitas famílias e “minando” a auto-estima de imensos homens com consequências sociais ainda subestimadas.

Para as mulheres também não é fácil gerir os sentimentos dos seus parceiros em relação a este problema ainda mais quando o comportamento dos companheiros afectados pode variar entre a depressão, o comportamento agressivo e em alguns casos a culpabilização da companheira!

A mensagem que devemos passar é simples… este problema na grande maioria dos casos é tratavel com um simples comprimido 20 minutos antes das relações intímas e deve ser encarado como qualquer outra condição de saúde que necessita de tratamento…sem vergonhas que não têm razão de ser no século XXI.

“O Amor pode voltar a estar no ar…e muitas vezes só depende de si”

Fique bem!

Franklim A. Moura Fernandes

Fonte:

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